Barsil

Portal da Estação

Principal

Apresentação

Por que Verdor?

Quem Somos

Nossa Missão

Contato

SEÇÕES

O Que é Terapia Holística?

Modalidades de Terapia Holística

Cursos, Palestras e Seminários

Colaboradores

Textos

Áudios

Vídeos

Loja Virtual

Filie-se ao Grupo VERDOR
Grupo Verdor
e receba as nossas mensagens em seu e-mail

Web Designer:

Julio Lotos

O Portal da Energia Curativa do Universo!
Bem-vindo (a)! Agora são horas e minutos e enquanto você estiver visitando esta Estação, estará recebendo a Energia Curativa do Universo para restaurar e equilibrar a sua energia pessoal!

A SALA DE AULA CÓSMICA

Se tivermos de suportar uma vida dura, não estaremos necessariamente pagando por erros de uma existência passada. Passando por certas provas, podemos estar nos preparando para futuras tarefas e realizações. O karma, a despeito de suas demandas e implicações, não deve ser considerado como uma camisa-de-força do destino que nos força a agir de uma determinada maneira. A própria essência do karma implica a presença de um motivo, o qual, por sua vez, necessita do exercício do livre-arbítrio.

A evolução kármica envolve o desenvolvimento da personalidade e o aprimoramento de habilidades e talentos. O Dr. Whitton observou que seus pacientes, no decurso de muitas vidas, avançam por uma estrada que leva da infância à adolescência, culminando na personalidade madura. O progresso é sempre determinado pela força de vontade. Ele também verificou que os talentos são aprimorados de encarnação em encarnação. Uma inclinação singular nesta vida pode ter sua explicação numa história de esforços e aplicação numa vida anterior. A partir dessa observação é lógico supor que grandes estadistas, músicos, filósofos e outras pessoas de renome mundial devem ter pouco a pouco aprendido e aperfeiçoado suas habilidades em vidas passadas, até que essas habilidades alcançaram a frutificação numa vida de grande influência. Alternativamente, é pouco provável que uma pessoa com falta de liderança e com pouca capacidade de organização tenha sido um líder de significado histórico numa vida anterior.

O karma está em operação em todas as áreas da realização humana. No seu livro Wisdom of the Mystic Masters, Joseph J. Weed observou as seguintes expressões de causa e efeito nas operações da lei do karma:

  • Aspirações e desejos transformam-se em habilidades.
  • Pensamentos repetidos transformam-se em tendências.
  • Vontade de executar transforma-se em ação.
  • Experiências dolorosas transformam-se em consciência.
  • Experiências repetidas levam à sabedoria.

O problema com o karma é que ele pode obscurecer o propósito mais elevado do espírito mesmo quando os seus caminhos traiçoeiros - os estágios - proporcionam os meios para a consecução desse propósito. A dissonância kármica que acompanha todos os esforços pessoais toda ação recíproca entre as pessoas freqüentemente sufoca o plano de fundo em nossas vidas — a luta íntima do espírito para se conhecer mais claramente. Fazendo uso ainda de uma outra metáfora, é como se estivéssemos todos dirigindo automóveis ao longo da grande rodovia da evolução, tendo o destino obscurecido pelas constantes obstruções dos congestionamentos do tráfego kármico. No estágio entre as vidas, o conhecimento do propósito mais elevado está sempre à mão. A expressão terrena da busca pelo cumprimento do destino, entretanto, é despertada progressivamente na "busca espiritual" que parece avançar através de cinco estágios distintos que podem se estender por muitas vidas. Esses estágios são:

1. O Materialismo: A busca do bem-estar físico, um estado dominado pelo desejo sensual. Aqui, muito pouca consideração há pelos sentimentos dos outros e os objetivos filosóficos não existem. Não há reconhecimento de uma vida além da morte ou de um poder supremo de qualquer espécie.

2. A Superstição: A primeira impressão que a pessoa tem de existirem forças e entidades maiores do que ela mesma. Praticamente nada se conhece sobre esse poder onisciente; há somente hipóteses de que existe algo em algum lugar que não pode ser controlado, a não ser, talvez, com amuletos e rituais. Um estilo de vida materialista continua a prevalecer.

3. O Fundamentalismo: A prática de um pensamento simples, supersticioso e constante em torno de Deus ou O Todo-Poderoso. Tal pensamento torna-se a base fundamental da vida. Existe a crença de que as orações, a realização de rituais e a prática de certas atitudes e comportamento garantirão a recompensa suprema – um lugar no céu ou a vida eterna: Em geral, é necessário um líder para interceder junto ao Deus onipotente, que deve ser apaziguado. Pouco importa se o líder é um guru que usa um turbante ou se chama Jesus Cristo; alguém é necessário para controlar, dirigir e interpretar as convicções básicas.

4. A Filosofia: Primeiro despertar para a conscientização da responsabilidade pessoal. As convicções religiosas são conservadas, mas considera-se que depender de dogmas não é suficiente. Esse estágio é marcado pelo respeito para com a vida, pela tolerância para com as crenças dos outros, e por uma compreensão dos ensinamentos mais profundos das religiões ortodoxas.

5. A Perseguição: A predominância de tensão íntima e de angústia que se originam a partir do intenso desejo de entender o significado oculto da vida. A consciência de que existe um profundo significado e propósito para a existência está repleta de incertezas a respeito de como tal conhecimento pode ser conseguido. A procura das respostas freqüentemente toma a forma de extensas leituras, estudos e associação em vários grupos místicos e metafísicos. O nome dado a esse estágio foi inspirado na frase "Bem-aventurados os perseguidos", do Sermão da Montanha (Mateus 5:10).

Quando esses estágios de neófito tiverem sido completados com sucesso, o indivíduo entra com segurança na trilha da evolução. Esta pode ser comparada a uma grande montanha cortada por trilhas, algumas mais percorridas do que outras. Essas diversas trilhas podem levar à encosta oriental, através da meditação e contemplação transcendente, ou à encosta ocidental, através do misticismo e da metafísica intelectual.

Enquanto o desejo continuar a existir, agir ou dominar, as conseqüências kármicas continuarão. Quanto mais se entender a lei do impulso, mais se poderá prever com precisão como as motivações, as atitudes e os comportamentos das pessoas estão criando as condições kármicas. Até mesmo Buda, que derivou grande parte da sua filosofia de escritos dos sábios hindus, ainda sofria, para espanto dos scum discípulos, com o imenso poder do karma. Certo dia, quando o espinho de um cacto entrou-lhe no pé; quando estranhos haviam dito coisas más a seu respeito, e quando regressou de um povoado próximo com sua vasilha de pedinte vazia, pediram a Buda que explicasse seu próprio karma trazido de outras vidas. Ele explicou:

... os vínculos do karma, como servos fiéis, sempre atendem a todas as criaturas... O karma é como a corrente do tempo. Seu curso nunca pode ser detido na sua constante busca do homem. Grande é a vinha do karma; nova e, no entanto, sempre coberta de velhos frutos; uma maravilhosa companhia para todas as criaturas, e, no entanto, imóvel; por mais que você a possa puxar, pegar, partir, desenraizar, torcer, esfregar, ou habilidosamente dividir em átomos, ela nunca é destruída.

Buda estava deixando bem claro que as grandes realizações não podiam resultar na fuga nem na anulação dos erros de vidas passadas. Uma lei é uma lei, e não há atalho para a sabedoria – o objetivo das circunstâncias kármicas. "... O karma do homem viaja com ele como uma sombra", escreveu Alan Watts no seu livro The Spirit of Zen.(Publicado com o título de O Espírito do Zen pela Editora Cultrix), São Paulo, 1988. (N. da Ed.) "Deveras, é a sua sombra, pois já foi dito; O homem fica sob a sua própria sombra e não sabe porque está escuro'“.Para que o karma termine, as velhas dívidas devem ser pagas e nenhuma nova dívida deve ser contraída. E a única maneira dos livros das contas de muitas vidas poder ser acertada é adotar de todo coração os preceitos do amor e da abnegação.

Citando novamente Joseph Weed: “Enquanto houver o menor traço de egoísmo em qualquer das nossas ações; enquanto formos bons por saber esperar uma recompensa, então, teremos de voltar aqui para receber essa recompensa. Toda causa tem o seu efeito, toda ação o seu fruto, e o desejo é o elo que os une. Quando esse elo for rompido e extinto, a ligação terminará e o espírito estará livre”.

A conclusão mais importante a ser tirada da idéia do karma de que o acaso não desempenhou nenhum papel na disposição das circunstâncias nas quais nos encontramos. Na Terra, somos a personificação das escolhas que fizemos no bardo. Quando desencarnados, nossa decisão determinou a nossa atual situação e, através da tendência subconsciente, continua a oferecer-nos as facilidades e dificuldades do destino. Convencer-se da verdade da lei do karma é endossar o estado de coisas no qual nos colocamos, por mais difícil que isso possa ser. O indivíduo busca desafios e provações, sabendo que eles contêm as maiores oportunidades para o aprendizado e o crescimento.

Extraído do livro Vida Transição Vida de J. L. Whitton e J. Fisher - Editora Pensamento - 1986

Permitida a reprodução em qualquer meio, desde que citada a fonte e mantidos integralmente todos os créditos

Índice de textos

Anuncie aqui!

Mapa Numerológico

Consultoria em Qualidade

Cura Gratuita - Reequilíbrio Energético por Projeção Astral

Em Busca do Caminho
Adquira o livro com o autor!

 

Nosso Projeto Social

  • Projeto Clarear - Você precisa participar!
    Grave qualquer texto em audio e nos envie. Pode ser até mesmo um dos textos que você encontra nesta Estação.

Projetos sociais que apoiamos