FÍSICA QUÂNTICA
E FLORAIS DE BACH
“Um homem
propõe-se à tarefa de desenhar o mundo.
Ao longo dos anos povoa um espaço com imagens de províncias,
de reinos, de montanhas, de baías, de naves, de ilhas,
de peixes, de habitação, de instrumentos, de
astros, de cavalos e de pessoas. Pouco antes de morrer descobre
que esse
paciente labirinto de linhas, traça a imagem de seu
rosto”. -
Jorge Luiz Borges.
Enquanto a lei
da gravidade está associada
ao nome de Isaac Newton e a teoria da relatividade ao de
Albert Einstein,
a teoria quântica foi formulada nas três primeiras
décadas do século passado por um conjunto de
físicos,
entre eles Max Planck, Wolfgang Pauli, Paul Dirac, Niels
Bohr, Werner Heisenberg e o próprio Einstein, este
o primeiro a dar o nome de “quanta” às
unidades subatômicas
da matéria, hoje conhecidas por “fótons”.
Esses
pesquisadores formularam hipóteses revolucionárias
de uma nova física, capaz de descrever os “estranhos” fenômenos
que ocorriam na escala atômica. Esta teoria, com a
sua nova conceituação sobre a matéria
e seus intrigantes postulados, gerou debates não só no âmbito
das ciências exatas, mas também no da filosofia,
provocando assim uma grande revolução intelectual
no século XX ( a discussão se a consciência
seria um fenômeno quântico. Se o cérebro
seria um computador quântico, pois, a liberação
de neurotransmissores é um processo probabilístico,
descrito pela física quântica).
É
uma teoria fundamental para os avanços tecnológicos
de nosso mundo atual. Os conceitos dessa teoria causaram
uma revolução na forma como entendemos o universo,
mostrando que o comportamento da matéria a nível
atômico não obedece a regras estabelecidas
de nosso mundo macroscópico. Assim, temos uma
maior compreensão
do universo, desde o big-bang até o comportamento
das moléculas, átomos e seus constituintes.
Sem
a mecânica quântica não conheceríamos
inúmeros objetos com os quais lidamos hoje em
dia: aparelho de CD, controle remoto, aparelhos de
ressonância
magnética
em hospitais, o micro-computador, etc.
A física
quântica é a teoria que descreve
o comportamento da matéria na escala do muito
pequeno. Ou seja, é a física dos componentes
da matéria: átomos,
moléculas e núcleos que, por sua vez
são
compostos pelas partículas elementares.
Essa
teoria não
se baseia em relações de causas e
efeitos. Descobriu-se que prótons, nêutrons
e elétrons
comportam-se dubiamente, ora como partículas
(matéria) ora como
ondas (energia, luz). Um elétron não é uma
partícula nem uma onda, mas pode apresentar
ambos os aspectos em situações diferentes
(salto quântico – o
elétron simplesmente desaparece de um nível
e aparece em outro. Além disso, não
se pode saber quando um determinado elétron
vai dar seu salto. Nem para onde vai saltar, acima
de um
degrau mínimo de energia. Aí deixa
de haver certeza e só pode-se falar em probabilidades.).
Heinsenberg anunciou que os métodos de observação
da física clássica não serviam
para a física
quântica.
Princípio
da Incerteza de Heinsenberg – “Não
só é impossível a observação
da realidade diretamente sem se considerar a
participação
do observador, como também a simples presença
do observador modifica o fenômeno observado”..
Não
se pode afastar a influência do observador
no resultado observado. Infelizmente, a ciência
biológica ainda
não leva em conta, nos resultados observados,
quem está atrás
dos aventais nos experimentos com animais ou
seres humanos. Para exemplificar: um laboratório
de pesquisas estava estudando os efeitos de uma
substância tóxica em ratos. Um
grupo de ratos foi exposto e outro não.
Os resultados foram indeterminados – a
substância
afetou alguns ratos do grupo tratado e não
afetou outros; por outro lado, no grupo tratado
só com água também
houve casos de piora da condição
de alguns ratos. Até que um aluno notou
que as gaiolas dos ratos estavam dispostas na
vertical, de forma que o tratador dos ratos,
um
idoso carinhoso com bichos, não conseguia
ficar muito tempo agachado para tratar os animais
das gaiolas inferiores.
O homem tratava de uma forma diferente os ratos
de cima e os ratos de baixo. Conferindo os dados
em computador, o aluno notou
que, quando os grupos eram divididos em ratos
de cima e ratos de baixo, os resultados faziam
sentido.
Os de baixo, independentemente
de tomarem a substância tóxica ou
não, tiveram
problemas de saúde mais intensos.
Outro
físico, David Bohm, acrescentou: “Por
tudo o que sabemos hoje, não é mais
possível
tentar conhecer a realidade a partir de apenas
um modelo. Deveremos reconhecer que existem
muitos modelos de realidade a serem compreendidos.
(seria a área de trabalho dos xamãs?
Várias
realidades, várias dimensões?)”.
Pode-se
afirmar que a física quântica
mantém
os seus princípios para animais e
humanos. Animais e seres humanos são
energia em movimento. Somos todos ondas magnéticas,
elétrons, átomos que se movimentam
e saltam sem cessar. Não nos vemos
dessa forma (nem aos animais) pois, não
dispomos de tecnologia para tanto – vemo-nos
e aos animais como energia estática,
parada. Mas, o que a física quântica
está nos mostrando é que,
todo ser compõe-se de bilhões
de elétrons
de pura energia em movimento. Se os seres
vivos são constituídos
de energia, com certeza, são afetados
por ela. Mas a energia e massa permanecem
incertas. Os elétrons não se
comportam com “lógica”.
Os
corpos de todos os seres vivos são
captores e receptores de energia. Uma energia é capaz
de interferir em outra da mesma freqüência.
Os
florais de Bach, são considerados
medicina vibracional – a
medicina vibracional lida diretamente
com substâncias e
energias de outro nível, que são
mais difíceis
de detectar e intervêm diretamente
na química e
na estrutura do corpo físico.
O
corpo de qualquer ser vivo é como
uma estação
de rádio, enviando mensagens
a partir de cada célula,
tecido ou órgão e, cada
indivíduo (animal
ou humano) tem sua própria freqüência
e seu ritmo natural de vida. Não
há nenhuma dúvida
de que as células do corpo e
do cérebro são
feitas de átomos e que átomos,
por sua vez, são
governados em uma escala menor pelas
equações da
física quântica.
Os florais
de Bach possuem configurações
energéticas.
Então,
quando o paciente (animal ou humano)
toma o floral, aquela energia que
foi retirada das flores vai interferir
beneficamente
no comportamento dos prótons,
nêutrons, elétrons
dos átomos das células
do corpo e do cérebro.
Autora: Dra. Martha
Follain – CRT
21524
Sites:
www.floraisecia.com.br e www.santaignorancia.rg.com.br
Texto
registrado na
Biblioteca Nacional – Direitos Autorais.

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