LUCIDEZ
EXTRAFÍSICA x DISCERNIMENTO CONSCIENCIAL
As
palavras são muito relativas
e podem ser distorcidas a gosto da intelectualidade e comunicabilidade
de cada um. Até as
boas idéias podem ser mal compreendidas. A falácia é um
erro sutil, oculto, escondido atrás de uma boa argumentação
que pode ser utilizada de boa ou má fé conforme
o interesse de seu agente.
A condição
parapsíquica
não concede
nível evolutivo a ninguém. Ser médium
bom não significa ser evoluído, ser um projetor
lúcido
não significa ser evoluído, etc. Lucidez extrafísica é algo
bem diferente de discernimento consciencial, pois há muitos
religiosos não reencarnacionistas que possuem suas
projeções
lúcidas, clarividência e algo mais, mas nem
por isto trocam suas religiões por outras linhas reencarnacionistas
ou pelos estudos projetivos (viagem astral). Eu conheço
casos pessoalmente.
Há muitos
espiritualistas que se tornam escravos de suas próprias
interpretações
intransigentes em função de suas experiências
pessoais, ou seja, possuem boas experiências espirituais,
mas por falta de discernimento consciencial, a interpretação
das mesmas é altamente prejudicada e podem até gerar
efeito contrário (anti-evolutivo).
Não basta
ser médium ostensivo competente para
poder dizer que possui a verdade. Não basta ser
projetor consciente para poder dizer que porta a verdade.
A experiência
pessoal intransigente se torna, nestes casos, um dogma
pior que os doutrinários e filosóficos.
Infelizmente
na dimensão intrafísica (3D ao vivo
e a cores) não há receita para nada,
muito menos no que tange a ser humano e menos ainda
quanto
ao espiritualismo.
Universalismo não se aprende,
se desenvolve à partir
de uma vontade íntima, só despertada
após
uma meia dúzia de virtudes, onde a primeira é a
humildade, o principal atributo do APRENDER. Autor: Dalton -
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