SOMOS
PRODUTO DO ESTADO DE ESPÍRITO QUE CULTIVAMOS!
Parte desse nosso
estado de espírito é resultado
das experiências (boas e ruins) vividas, a outra parte é fruto
de nosso livre-arbítrio.
Poderíamos ser somente produto de nosso livre-arbítrio?
Sim, poderíamos! Se aprendêssemos com nossos erros
e acertos, e usássemos nossa consciência de forma
mais produtiva, beneficiando-nos com as nossas decisões,
ou seja, se tivéssemos mais consciência de que estamos
nesta vida para aprender e evoluir e, utilizássemos as
nossas experiências para decidir melhor o que desejamos
ser.
Na verdade, temos consciência de poucas coisas a nosso
respeito. Poucos de nós sabem que tomamos decisões
a cada segundo e pior ainda, nem percebemos que muitas dessas
decisões nos são prejudiciais ou são fúteis.
Ao acordar, escolhemos levantar
ou ficar deitado, se decidimos levantar, escolhemos usar um
chinelo,
um outro calçado
qualquer ou pisar diretamente no chão. Decidimos se vamos
escovar os dentes, lavar o rosto, que roupa usar, que cor de
meia, cor do sapato, etc.
São múltiplas escolhas diferentes a cada minuto,
mas decidimos, sempre. Se nossas decisões estão
ou não corretas, cabe a cada um decidir, mas decidir com
consciência, analisando criteriosamente cada item que envolve
a decisão e escolher sempre a nosso favor.
Desejamos ter sucesso em nossos
empreendimentos, mas nos deixamos sabotar por nós mesmos e nem ao menos percebemos que nosso
mais ferrenho inimigo está atuando com liberdade total
dentro de nós.
Quando eu fazia faculdade de administração, um
professor de quem eu não gostava pediu àqueles
alunos que tinham intenção de ser tornarem escritores
que lhe entregassem seus escritos, para análise, correção
e posterior publicação. Mas, eu não gostava
dele e por simples conseqüência, não confiava
nele, então, decidi não entregar nenhum de meus
escritos, por medo de serem copiados, plagiados ou mesmo deixados
de lado. Uma de minhas colegas, de quem ele visivelmente (a todos)
demonstrava não gostar, não se importou com o fato
de saber que não era bem quista e lhe entregou quatro
livros de poesias de todas as fases de sua vida. O resultado
foi que ela e todos os outros colegas tiveram seus livros publicados
e eu até hoje, eu espero uma oportunidade de publicar
pelo menos um de meus livros.
Esse exemplo demonstra claramente
o que fazemos a nós
mesmos. Fui descaradamente boicotado por mim mesmo e não
fiquei com magoa de mim, mas daquele professor que independentemente
de seus sentimentos e de interesses pessoais, se propôs
a ajudar uma turma de alunos, eu fiquei amargando mágoa
por muito tempo até compreender, que o único responsável
por não ter nenhum de meus livros publicados, tinha sido
eu mesmo.
É assim que assim que a maioria de nós é,
basta uma experiência que não foi boa com alguém
e qualquer pessoa que se assemelhe em alguma coisa, àquela,
passa a ser idêntica, segundo nosso conceito.
Porque isso ocorre?
Essa também é uma resposta simples de se dar;
somos animais e em nossa raça o instinto é um sentido
dominante. É de fundamental importância que utilizemos
todos os nossos sentidos nas decisões que tomamos, pois
se não dominarmos nosso instinto usando nossa intuição,
racionalidade e consciência, ele acabara por nos boicotar
por até uma vida inteira. O instinto não é de
todo nocivo, pois outras raças sobrevivem somente se utilizando
dele, mas as outras raças não têm os outros
sentidos que nós possuímos, para ajudar na análise
de suas escolhas.
Se desejarmos ter saúde, precisamos decidir ser saudável,
se desejamos ter sucesso, precisamos decidir ser bem-sucedido,
se desejamos ser feliz, nossa escolha tem que ser compatível.
Se ficarmos reclamando e não agirmos a nosso favor, seremos
conduzidos pelas circunstancias nas quais deixamos nos envolver
e, isso não é justo. Temos diversos sentidos que
nos possibilitam atingir uma infinidade de metas e precisamos
usá-los.
Quando nos sentimos felizes ocorrem mais coisas boas que ruins
em nosso dia. Quando nos sentimos infelizes ocorrem mais momentos
tristes do que momentos felizes.
Então, por que não decidimos ser feliz, sempre?
Por que deixamos nosso instinto boicotar os nossos projetos e
uma série de outras coisas em nossa vida?
Melhorar nosso estado de espírito depende de uma decisão
nossa, que nos seja benéfica, que nos realize, que faça
com que nos sintamos seres livres – donos de nosso livre-arbítrio
- e nos ajude em nossa evolução.
Melhorar nosso estado de espírito depende exclusivamente
de nós!
* Trecho do
livro; Conquistando a Saúde Perfeita – ainda
não publicado – que começou a ser escrito
em 1971, quando eu tinha apenas 17 anos.
Desejo que você tenha
muita LUZ (ENERGIA) VERDE, para que sempre
possua um equilíbrio energético perfeito, tornando-se
imensamente feliz, sempre!
Autor: Julio Lotos
Permitida
a reprodução em qualquer meio, desde que citada
a fonte e mantidos integralmente todos os créditos

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